sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Capítulo 93

Mel narrando

Milena era um bebê muito tranquila. Quase não se ouvia choro dela. Nós tínhamos que acordá-la até na hora de mamar, era muita preguiçosa. Minha mãe e a mãe de Chay vieram nos ajudar nos primeiros dias dela em casa.

Elas ajudaram no banho, nas trocas de fraldas, praticamente em tudo para eu e Chay descansarmos. Pois quase não dormíamos a noite, porque tínhamos que acordar de três em três horas por causa da amamentação. Chay sempre ficava acordado enquanto Milena mamava, acho que ele ficava preocupado de eu pegar no sono enquanto alimentava a nossa filha. E isso realmente aconteceu algumas vezes.

Nossa filha dormia em seu quartinho desde o primeiro dia, mas eu e Chay sempre íamos até lá pra checar se estava tudo bem com ela. Preocupação de mãe e pai. Eu fazia o mesmo quando Marina era bebê. É uma necessidade absurda de saber que o nosso filho está bem, quem é mãe entende.

Marina também nos ajudava bastante. Queria cuidar da irmã e tinha dias que nem pra escola ela queria ir para poder ficar sempre com Milena. Ela ficava no quarto com ela a observando dormir e até ficava contando historinhas para ela. Era lindo ver o carinho e o amor que Marina tinha por ela. E nós também mantínhamos toda a atenção para ela, para que ela não se sentisse excluída e ficasse com ciúmes. Os avós, os padrinhos e nós mantemos o mesmo tratamento que ela tinha antes da chegada de Milena e Rafael. Isso era importante para ela, não queria que minha princesa ficasse com ciúmes.

Era noite, eu havia acabado de colocar Marina para dormir e Milena acabara de mamar. As duas estavam dormindo em seus quartinhos. Eu estava deitada na cama ao lado de Chay. Nós estávamos cansados depois de mais um dia passado.
Eu estava deitada com a cabeça no peito de Chay e seus braços estavam ao meu redor. Estava uma noite agradável, Chay estava sem camisa e o calor de seu corpo estava em contato com o meu.

Fechei meus olhos por um instante. Não estava com tanto sono, só mesmo cansada. A imagem de Chay, Marina e Milena invadiram minha mente. Era sempre assim quando eu fechava os olhos. Eu me sentia completamente feliz e realizada.

Chay acariciava o meu braço com as mãos. Logo depois depositou um beijo no alto de minha cabeça. Ele sempre carinhoso comigo. Mesmo depois da gravidez sua preocupação comigo era enorme. Ele continuava a cuidar de mim. Estava se saindo um pai e tanto.

Estava quase adormecendo quando ouvi um chorinho pela babá eletrônica. Estranho. Não era para Milena estar chorando. Não tinha tanto tempo que ela havia mamado. O que será que estava acontecendo?

Chay se mexeu e nós nos sentamos na cama. Ele também estava cochilando e acordou preocupado com o choro de Mile.

- Vou lá pegar ela. – Chay falou se levantando. Ele calçou o chinelo e saiu do quarto. Em pouco tempo ele estava de volta com ela nos braços. Ela chorava sem parar. Fiquei preocupada, ela não costumava chorar assim, nem de madrugada. – Será que está com fome?
- Não sei, ela mamou faz pouco tempo. Me dê ela aqui. – me ajeitei na cama e Chay colocou Milena em meus braços. A coloquei para mamar. E elaa parou de chorar um pouco, mas mamou por pouco tempo e logo voltou a chorar.
- Fome não é. – Chay falou. – Será que é a fralda?

Comecei a tirar a roupinha de Milena para checar a fralda. Não estava suja, e ela continuava a chorar. Já estava ficando mais preocupada e podia notar no rosto de Chay que ele também estava. Decidi pegar o termômetro para checar a sua temperatura. E estava normal.

Milena não estava com fome, nem com a fralda suja e nem com febre. O que mais poderia ser? Ela não parava de chorar. Foi então que Chay a pegou no colo novamente. Ele colocou a filha contra o peito.

- Ela deve estar com cólica meu amor, só pode ser isso. – Chay falou.
- Mas o que a gente faz? Eu nunca passei por isso com a Mari.
- Fica tranquila, eu sei o que fazer. – ele ajeitou Milena no colo. Sua barriguinha em contato com a pele de Chay.

Chay colocou uma coberta em cima de Milena e continuou com ela no colo. Passado alguns minutos, Milena enfim parou de chorar. Era isso mesmo. Chay cantarolava baixinho ainda com ela nos braços. Ele passeava pelo quarto. Eu ficava apenas observando e sorrindo ao ver aquela cena linda. Pai e filha em contato. Em poucos minutos Milena adormeceu.

Chay voltou para a cama ainda com ela no colo. Nossa filha dormia serenamente e eu fiquei o observando e acariciando o seu pequeno rostinho. Ela era linda, não me cansava de dizer isso. Assim passamos a noite.




quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Capítulo 92

Mel narrando

Minha filha era linda. Eu estava completamente encantada e apaixonada por ela. Milena, minha mais nova filha. Meu parto fora tranquilo apesar das dores e havia corrido tudo como planejado, tudo bem. Ela havia nascido muito saudável e muito bem.

Chay não saíra de meu lado em nenhum momento. Ele segurou minha mão e me ajudou até fim. Quando nossa filha nasceu lagrimas rolaram por meu rosto e quando olhei para Chay ele também estava chorando. Era um momento único, mágico. Ser mãe era algo maravilhoso, era o paraíso.

Quando o amamentei pela primeira vez as lagrimas também rolaram por meu rosto. Era muito emocionante, aquele serzinho tão pequeno, tão dependente. Eu ficava emocionada só de pensar que eu era mãe de duas filhas maravilhosas. Eu estava sentada na cama do hospital e Milena estava em meus braços. Ela mamava e eu passava o dedo devagarzinho por seu rostinho. Ele estava com os olhinhos abertos e Chay estava ao meu lado, admirando a filha. Ele tinha um sorriso bobo nos lábios. Chay estava encantado com a filha.

Logo depois recebemos visitas. Meus pais, Sophia e Micael, Marina, Lua e Arthur, todos vieram nos ver. Todos queriam saber como era Milena. Marina também se encantou com a irmã. Ela queria ficar também o tempo todo com ela no colo. Chay a ajudou a segurar a irmã nos braços.

Depois de dois dias, nos finalmente voltamos para casa. Eu queria minha casa de volta. Sentia falta de minha cama, da comida de Chay… comida de hospital era horrível, nada agradável.

Assim que chegamos em casa, levamos Milena para o seu quartinho. Chay estava com ela nos braços e parecia apresentar o quarto para ela. Chay estava se saindo um excelente pai, o que ele já era com Marina.

- Minha filha, aqui vai ser o seu quartinho. – Chay falava com ela e eu só observava. Milena estava com os olhinhos completamente abertos e até parecia que entendia o que estava acontecendo. Ela vestia uma roupinha que era presente de Lua e enrolado em uma mantinha para proteger do frio.

Com todo cuidado, Chay a colocou no berço. Eu esperava que ela fosse chorar por estar acordada, mas pelo contrario, ficou quietinha no berço. Nós ficamos ali com ela por um bom tempo. Eu acariciava o seu pequeno rostinho e Chay segurava as suas mãozinhas.

- Ela é linda Mel. – Chay falou ainda admirando a filha. – Eu estou sentindo algo diferente em mim… eu já me considerava pai, porque Marina é a minha filha também, mas estou sentindo algo diferente.
- Eu sei meu amor, é assim que a gente se sente quando um filho nasce. É algo indescritível. Sei como você se sente. – respondi.

Ele me abraçou com força. Coloquei meu rosto em seu pescoço e inalei o seu perfume. Ele fez o mesmo e beijou o meu pescoço, me deixando arrepiada. Ele passou as mãos em meus cabelos e depois com uma de suas mãos acariciou o meu rosto, mantendo o seu olhar fixo no meu. Tantas coisas eram ditas através de nossos olhares, mesmo sem palavras nós conversávamos. Sorri para ele, que fez o mesmo.

Ele passou o seu dedo pelo meu lábio inferior e os mordiscou. Depois deu um leve beijo neles. Beijou também a ponta de meu nariz e depois voltou para a boca. Mais uma vez deu um leve beijo. Depois nos beijamos de verdade. Chay puxou meu corpo para mais perto, o colando por completo no seu. Sua mão estava em meu pescoço e as minhas em suas costas. Estávamos completamente colados, não havia espaço entre nós.

Nosso beijo era intenso, com desejo, carinho, amor… todo o sentimento que eu sentia por ele. Continuamos a nos beijar. Eu não me cansava de seu beijo, de seu toque, não me cansava nunca dele. Nossas línguas dançavam em perfeita sincronia. Nossos corações batiam em perfeita sintonia. Depois do beijo permanecemos ali, abraçados. Eu queria viver isso para sempre.





terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Capítulo 91

Mel narrando

Eu havia entrado no 9º mês de gravidez. A ansiedade estava maior ainda. O tempo havia passado rápido demais. Minha barriga estava enorme e Milena se mexia cada vez mais. Minha ultima consulta havia confirmado que eu teria um ótimo parto, que minha saúde estava ótima, assim como a de Mile.

Arthur e Lua estavam completamente apaixonados pelo filho. Rafael era realmente um príncipe. Lua havia me escolhido como madrinha e Chay como padrinho. Eu fiquei completamente honrada com seu convite, eu adorava Rafael e Chay também.

Eu estava na casa de meus pais. Estava nervosa, pois no dia seguinte iria para o hospital. O médico dissera que eu começaria a sentir as contrações logo. Eu sabia como isso doía, eu já havia passado por isso. As dores de parto eram terríveis. Chay como sempre não saía de meu lado um só minuto.

- Minha filha, fica calma. – minha mãe falava comigo. Eu já estava nervosa mesmo antes de sentir as dores. – Você vai se sair bem. Você está bem, a Milena também. Você já passou por isso e era muito mais nova e deu tudo certo, vai dar tudo certo agora também.
- Isso mesmo meu amor, vai ficar tudo bem. Eu estou aqui com você. – Chay falou olhando no fundo de meus olhos. Ele segurava a minha mão.
- É mamãe, vai ficar tudo bem, eu também estou aqui com você. – Marina falou naturalmente e passou a mão em minha barriga. Eu sorri e acariciei os seus cabelos.

A noite foi chegando, o céu estava escuro lá fora e minha ansiedade só aumentava. Lua e Arthur também estavam na casa de meus pais. Lua estava se saindo uma perfeita mãe e Rafael era um bebê muito calminho e quase não chorava.

- Vai ficar tudo bem Mel, eu também fiquei nervosa e a toa. O parto do Rafa foi muito tranquilo. – Lua estava sentada ao meu lado com seu filho nos braços. Ela estava fazendo o filho dormir. Passei a mão na cabecinha dele.
- Vai ficar tudo bem sim. – falei.

Passado mais algumas horas fomos no deitar. Chay ficara acordado, porque eu também não conseguia dormir. Ele acariciava a minha barriga e nós ficávamos conversando o tempo todo. Eu estava ficando mais tranquila. A sua presença e a sua voz me acalmavam. Ele era incrível e perfeito pra mim. A cada atitude e gesto dele eu tinha mais certeza que o amava.

Depois de umas horas as dores começaram. No inicio elas eram poucas, doíam pouco, mas me incomodava. Com o passar dos minutos elas aumentaram cada vez mais e mais. O dia já estava nascendo e então nós fomos para o hospital.

 Chay narrando

Mel havia entrado em trabalho de parto. Em menos de 10 minutos nós demos entrada no hospital. Depois de preencher o cadastro, Mel foi encaminhada para um quarto e eu sempre estava junto dela.

Eu a ajudei trocar de roupa e vestir aquela camisola de hospital. Dava para ver em seu rosto a ansiedade e o nervosismo. Eu tentava acalma-la de todos os jeitos possíveis. Alguns minutos depois a médica que acompanhou toda a gravidez dela entrou no quarto em que nós estávamos.

- Ei, como vocês estão? – ela perguntou sorrindo. Ela colocou luvas de látex nas mãos e se aproximou de Mel.
- Com dor. – Mel respondeu.
- É normal. Agora preciso te examinar para saber como está sua dilatação. Você vai sentir uma leve pressão. – a médica falou e fez o exame rápido em Mel. – Ótimas noticias. Sua dilatação está ótima. O parto começa já.

A medica chamou as enfermeiras e Mel foi levada para a sala de parto. Lá fora estavam os pais dela, Marina, Lua e Arthur também. Eu fui com Mel, eu assistiria o parto dela, eu passaria por isso com ela.

Mel foi colocada em outra cama. Seu parto seria normal, escolha dela mesmo. Mel não queria cicatriz do parto. Eu me posicionei ao lado dela e segurei a sua mão com força. Ela já estava suando.

- Melanie, vou precisar que você faça muita força agora. – a médica falou com ela. Mel balançou a cabeça em confirmação e respirou fundo.
- Meu amor, eu estou aqui com você. Vou te ajudar, vai ficar tudo bem. - falei olhando no fundo de seus olhos e depois dei um beijo em sua testa.
- Vamos lá Mel? Força! – ela falou. Ela começou a fazer força. O suor brotava em sua testa. Ela segurava a minha mão com toda força. Eu estava tão nervoso quanto ela agora, mas eu passava tranquilidade para ela. – Mais um pouco de força Mel, só mais um pouco!

Mel fez mais força. Ela gritava um pouco, isso devia doer muito. Eu segurava suas mãos e não larguei em nenhum momento. Foi quando eu ouvi o choro. Minha filha havia nascido. Mel respirou aliviada. Lagrimas começaram a rolar por seu rosto e pelo meu também. Nossa filha havia nascido e chorava bastante. Ela logo foi colocado sobre Mel. Aproximei-me de minha filha e beijei a sua cabecinha. Ela era linda, mesmo ainda estando todo suja. Eu não sabia se sorria ou se chorava. A emoção era incontrolável, eu sentia algo inexplicável dentro de mim.

- Eu te amo! – falei e beijei os lábios de Mel. Era um momento completamente mágico. Ao ouvir minha voz, Milena parou de chorar. Ele havia reconhecido a minha voz. Mais uma vez beijei sua cabecinha. Eu estava completamente feliz.



                                                              Milena



segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Capítulo 90

Chay narrando

Mel estava a cada dia mais linda. A gravidez a deixava ainda mais bonita. Ela também estava cada vez mais sensível e eu cada vez mais preocupado. Ela estava tendo uma gravidez saudável e sem risco. O fato dela já ter tido um filho a ajudava muito. Ela sabia como lidar com cada fase da gravidez, já se conhecia bem e já sabia o que era melhor.
Eu preparava cada uma de suas refeições. Mel gostava muito de saladas e legumes e verduras, e durante a gravidez ela sempre comia. Eu quase não dormia a noite e todo movimento de Mel na cama eu acordava. Sempre que ela queria ir ao banheiro eu a levava.

A barriga dela estava enorme já, e ela tinha dificuldades para realizar as tarefas diárias comuns. Ela precisava ficar de repouso, mas de vez em quando teimava e eu a pegava fazendo esforços que podiam ser prejudiciais a sua gravidez.
- Meu amor você não pode fazer isso. Não lembra as recomendações do médico? – eu falava com ela.
- Gravidez não é doença não está bem? Eu estou muito bem, não vejo porque preciso ficar o tempo todo deitada. Eu não estou doente. Você está sendo um chato comigo. – ela fechou a cara, ficou emburrada e eu ri. Ela ficou ainda mais brava porque eu estava rindo. – Qual a graça?
- Você. – falei.
- Eu sou a graça? Eu estou brava e você ri? – ela perguntou.
Você já é linda. Quando fica brava, então… Muda a voz, fica emburradinha, e sem querer, acaba se tornando mais linda ainda. – falei e um sorriso surgiu em seu rosto, mas ela logo voltou a emburrar a cara e fazer beicinho, fingindo ainda estar brava.
- Não venha me fazer elogios, eu estou brava. – ela falou cruzando os braços. Eu me aproximei mais dela e abracei por trás. Minhas mãos em sua barriga e meu rosto em seu pescoço. Inalei o seu perfume que me deixava louco e depositei um beijo lá. Senti sua pele arrepiada.
- Isso não vale. Eu estou brava e você faz isso? Me elogia e me beija… jogo sujo. – ela falou. seus lábios se moviam e meus olhos se direcionaram para eles. Passei a língua pelos meus lábios. Mel percebeu e me deu um tapa no braço.
- Ai ai. – falei colocando a mão onde ela havia dado o tapa. – Você está forte hein.
- Isso é pra você aprender a ser menos safado. – ela falou rindo e eu também ri.
- Ah, ser menos safado? Por que? Eu sei que você gosta. – falei malicioso e ela riu. A puxei devagar e a beijei. Apesar de todo esse tempo passado, ao beijar Mel eu sentia a mesma coisa quando demos o nosso primeiro beijo. Foi incrível e o melhor de minha vida. Eu sentia algo incrível dentro de mim sempre que os nossos lábios se colavam, sempre quando eu sentia sua língua na minha.
- Eu amo você. – ela falou quando nos separamos. – Amo demais.
- Eu também te amo meu amor, muito. Por favor me entenda, eu fico muito preocupado com você, por isso sempre quero cuidar de você e não deixar que faça todo esse esforço. Eu estou aqui pra você, pra fazer tudo pra você. – falei.
- Eu sei, mas eu não gosto de ficar sem fazer nada por muito tempo. Fico entediada. – ela falou passando a mão por meu rosto e depois passou um de seus dedos em meus lábios. – Mas eu prometo me comportar, está bem? Eu sei que você só quer cuidar de mim.
- É muito bom ouvir isso, vai me deixar menos preocupado. – falei e ela riu. Nos beijamos mais uma vez.
- Agora… eu quero te pedir uma coisa. – ela falou.
- Tudo que você quiser. – ela riu.
- Que tal você fazer alguma pra eu comer? Estou faminta… quer dizer, estamos famintas. – ela falou apontando a barriga.
- Ah, e o que a senhorita quer comer? – perguntei. Ela pensou por instante.
- Huum, bolo de chocolate com recheio e cobertura de chocolate. – ela falou passando a língua pelos lábios.
- Será que eu faço? Será? – perguntei brincando com ela.
- Claro que faz, quer me deixar com desejo? Quer que a nossa filha nasça com cara de bolo de chocolate? – ela perguntou e ela riu.
- Quero não… vamos para a cozinha, vou fazer o bolo pra você. – ela sorriu feito criança e juntos fomos para a cozinha.

Comecei a preparar o bolo e Mel ficou na cozinha me observando. Ela olhava atentamente para cada coisa que eu fazia.
- O recheio eu posso fazer, porque o meu brigadeiro é o melhor. – Mel falou.
- Ah, isso é mesmo. – falei e ela sorriu. Mel começou a preparar o recheio do bolo, pra isso ela levava jeito mesmo.
Depois que ela terminou colocou o recheio em um prato para esfriar. Coloquei o bolo no forno e preparei a calda. Mel pegou a panela suja de brigadeiro e uma colher e foi para o quintal, onde se sentou e começou a comer. Sentei-me ao lado dela com uma colher também e me saboreei com o seu recheio.
- Huum, isso está mesmo bom demais. – falei colocando a colher na boca.
- Eu disse que sabia fazer. – ela falou. Mel estava com a boca completamente suja de chocolate e eu ri dela. Ela percebeu e passou o dedo pelos lábios tentando limpar. Balancei a cabeça e segurei o seu rosto com um de minhas mãos.
- Eu limpo pra você. – falei perto de sua boca e ela sorriu maliciosamente. Colei os nossos lábios e a beijei. Passava minha língua em seus lábios e a beijava. Nosso beijo com sabor de chocolate. Ela mordiscou meu lábio inferior.
- Assim eu gosto. – ela falou e voltou a comer o recheio que sobrou na panela. Depois com uma colher ela passou chocolate em meus lábios. Ela fez o mesmo que eu havia acabado de fazer. Melanie era demais… e minha.








Amores, postei a sinopse da segunda temporada, leiam e comentem o que vocês acharam. Beijos <3




domingo, 23 de fevereiro de 2014

Capítulo 89

Mel narrando

*1 mês depois*
Como os dias passavam depressa! Eu agora estava com 7 meses de gravidez. Minha barriga crescia depressa e eu sentia meu bebê cada vez mais. Eu estava completamente feliz, realizada. Minha família estava quase completa. Eu tinha minha casa, meu amor, minha filha e logo mais outra menininha faria parte da nossa família, outra para nos orgulhar, para nós amarmos. O Quarto dela já estava prontinho e havia ficado lindo! Do jeito que eu havia imaginado.
Marina estava empolgadíssima com a ideia de ganhar uma irmã e um primo. Ela estava tão ansiosa quanto eu e Lua. Rafael nasceria a qualquer momento, pois Lua havia entrado no 9º mês de gravidez. Ela estava empolgada, e Arthur nervoso, mas ao mesmo tempo feliz com a ideia de ser pai. Mas ele se sairia bem, pois me ajudou bastante quando Marina nasceu.

Estávamos na casa de Arthur e Lua. Eles agora também moravam juntos. O quarto de Rafael estava prontinho e incrivelmente lindo. Lembrei-me de quando Marina ainda estava em minha barriga, quando eu estava ansiosa para a sua chegada. O quarto dela era todo decorado em rosa.
- Lua está tudo lindo! – falei animada. – Rafael vai adorar, tenho certeza.
- Ai Mel, eu estou tão ansiosa! Quero ver logo o rostinho do meu filho. – ela falou. nós estávamos terminando de arrumar a bolsa de bebê que seria levada ao hospital no dia do nascimento, que estava marcado para daqui a três dias.
- Eu sei bem como é isso. Estou passando pela mesma coisa pela segunda vez. – eu passava as mãos pela minha própria barriga. – Ui.
- O que foi? – Lua perguntou preocupada.
- Senti um chute da minha garotinha. – falei ainda massageando a barriga. Ela se mexia bastante, chutava bastante minha barriga.
- O Rafa é quietinho, se mexe também, mas nem tanto. – Lua falou. – Mas amiga, e o nome desta princesa hein? Qual vai ser?
- Ai, Lu, eu ainda não sei. Estou muito na duvida. Acho que essa parte ficará por conta do Chay. – falei. Eu realmente não fazia ideia de qual nome colocar em minha filha. Não sabia mesmo.
- Precisam escolher logo. – Lua falou. Ela estava dobrando a ultima peça de roupa do bebê e colocando dentro da pequena mala.
- Precisam escolher logo o que? – Chay havia entrado no quarto na companhia de Arthur. Ele veio até mim e beijou meus lábios. Thur foi até Lua e fez o mesmo.
- O nome da nossa filha. Nós ainda não sabemos qual colocar. – falei. Chay estava sentado ao meu lado e sua mão acariciava a minha barriga.
- É verdade meu amor, precisamos escolher… – ele falou pensativo. – Mas eu já pensei em um. Será que você vai gostar?
- Não sei, diga. – falei.
- Eu tinha pensado em Sara ou Milena… o que você acha? – ele perguntou. Sorri. Eram dois nomes lindos… como escolher?
- Amor, eu achei lindo os dois. Como vamos escolher? – perguntei.
- Vamos votar, eu acho uma boa! – Arthur falou. – Minha sobrinha tem que ter um nome lindo né?
- Com certeza irmãozinho. – falei e ele me mostrou a língua.
- Vamos começar a votação, eu voto em Milena! – Lua falou animada.
- Eu também. – Arthur falou.
- Eu também fico com Milena. – Chay falou se decidindo depois de pensar um pouco.
- Então está decido. Milena. – falei. Eu adorava esse nome. Minha filha não podia ter nome melhor. passei a mão pela barriga. – Minha Milena.
Chay deu um beijo em minha barriga e a acariciou novamente. Logo depois fomos embora. Buscamos Marina na escola e fomos para casa.

Eu já não estava mais trabalhando e Chay trabalhava menos do que o costume. Ele não queria passar muito tempo longe de mim, queria se certificar a todo momento que eu estava bem, que estava tudo bem com a nossa filha. Eu apreciava a sua preocupação e seu cuidado comigo. Ele também estava passando muito tempo com Marina, a ajudando nos deveres da escola, brincando com ela, já que eu não podia fazer mais por causa da barriga que me impedia.
Apesar da gravidez, Chay e eu ainda tínhamos nossos momentos de prazer, nos amávamos. Ele sempre carinhoso e cuidadoso comigo. Eu o amava e o queria sempre pra mim, queria senti-lo, queria ficar perto do calor de seu corpo.

Passado os três dias, Rafael nasceu. Era um verdadeiro príncipe, nasceu perfeito e muito saudável. Rafael era lindo. No dia de parto de Lua, nós a acompanhamos no hospital. Arthur foi assistir ao parto e depois saiu da sala chorando. Meu irmão estava completamente feliz e emocionado.

Rafael
                                                              








Oi galerinha! Então, a web ta chegando ao fim, faltam menos de dez capítulos pra ela terminar. A segunda temporada vai rolar sim, vai ser postada aqui likeangel2.blogspot.com.br. Amanha eu ja devo postar a sinopse pra vocês, espero que vocês curtam, vou me dedicar muito á ela. É isso, curtam os últimos capitulos dessa temporada. Bebês nascendo, familias aumentando, casamento e muito mais. Beijinhos da Ari <3