terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Capítulo 48

Chay narrando

Minha família havia adorado Mel e Marina, eu os conhecia muito bem e podia ter essa certeza de que eles haviam de dado bem. Eu tinha certeza de que daria tudo certo e ter essa confirmação foi melhor ainda. Passamos uma tarde incrível, um dia feliz como todos estavam sendo desde que conheci minha amada, minha bela, meu amor. Eu estava completamente apaixonado por ela e isso me fazia muito bem, como há tempos eu não me sentia.

Antes de levar Mel em casa, passamos na casa de seus pais a pedido de Marina, ficamos por lá e um tempo e logo viemos embora, afinal amanhã o dia começaria cedo, voltaríamos ao trabalho, as férias estavam chegando ao fim. Isso significava que nos veríamos com menos frequência, e eu não gostava da ideia, mas era o que aconteceria. O trabalho no hospital ocupava quase todo o meu dia e o trabalho de Mel na clinica também, mas a gente daria um jeito, não aguentaria passar muitos dias sem vê-la, podia parecer clichê, mas era o que sentia.

Subimos para o apartamento dela, Marina já estava bem sonolenta, quase dormindo, então eu estava com ela em meus braços. Eu já estava me acostumando com isso, de coloca-la para dormir, de estar com ela, eu me sentia como um pai que ela não teve.
Deixei Marina em seu quarto e voltei para a sala, onde Mel estava a minha espera no sofá.
Sentei-me ao seu lado, e ela logo envolveu seus braços em meu pescoço, puxando-me para ela. Nosso beijo era intenso, cheio de desejo, de amor, ternura. Nossos corpos estavam colados e eu puxei ela para meu colo. Eu estava com as mãos em sua cintura, e as suas no meu cabelo, bagunçando-os. O clima estava esquentando e eu já sentia nossas peles suadas. Estava tão bom aquele momento, que mesmo sabendo que devíamos parar por ali, não conseguíamos.
- Eu te amo. – ela sussurrou em meu ouvido e depois mordiscou a minha orelha. Isso me deixou completamente arrepiado.
- Você está me deixando louco… – sussurrei. Ela voltou a tomar meus lábios. Minhas mãos agora apertavam suas coxas. Desci meus beijos para seu pescoço.
- Acho que devíamos parar… – ela sussurrou. Eu sei que devíamos, mas aquilo estava muito bom e amanhã teríamos que acordar cedo.
- Devíamos… mas não dá… – também sussurrei. Voltamos a nos beijar, realmente era impossível acabar com aquele clima.
- Realmente não dá… – ela disse entre meus lábios. Levantei-me do sofá ainda com Mel em meus braços. Dirigia-me para seu quarto, nossos lábios ocupados, com aquele beijo intenso, ardente.
Deitei Mel em sua cama e ela me puxou para cima dela, logo nos livramos de nossas roupas, o desejo era grande, os dois estavam querendo aquele momento. Quando pude sentir Mel, fui ao céu, nossos corpos tinham o encaixe perfeito. Ela passava suas unhas por minhas costas, carinhosamente, com cuidado para não me machucar. Estávamos um pouco tensos, pois Marina dormia no quarto ao lado e não seria algo bom se ela resolvesse acordar. Mas o desejo era maior que tudo e nos entregamos completamente.
Beijava o corpo de Mel e a acariciava a todo momento, sempre sussurrando “eu te amo” em seu ouvido. Nos amamos, nos sentimos, nos completamos, de uma forma mágica, nossa conexão era incrível, nossa sintonia mais ainda. Alcançamos juntos o nosso prazer e cansados dormimos. Nossos corpos colados e suados, eu agarrado nela.

Acordamos muito cedo no dia seguinte, eu precisava ir embora o mais rápido possível, pois logo teria que ir para o hospital. Mel também havia acordado. Me vesti rapidamente, ela ainda estava na cama e somente um lençol cobria o seu corpo. Uma tentação, se eu pudesse voltaria para cama para ficar com ela. Aquela mulher me deixava completamente louco.
- Não queria que voce tivesse que ir… – Mel disse toda manhosa, ainda deitada na cama.
- Eu também não queria meu amor, se eu pudesse ficaria o dia inteiro agarradinho com você. – fui até ela e a beijei. Nossas línguas dançando na perfeita sincronia. – Você me leva até a porta?
- Claro que sim. – ela se levantou da cama com todo cuidado para não deixar o lençol que envolvia seu corpo cair. O que eu queria que acontecesse. Ela me levou até a sala e antes de abrir a porta, colou nossos corpos e me beijou novamente. Envolvi meus braços ao redor dela e intensifiquei o beijo.
- Acho melhor eu ir… se não hoje não trabalho. – falei e ela riu.
- Também acho. – ela respondeu.
- Eu te ligo mais tarde morena, te amo.
- Tudo bem meu branquinho, também te amo, muito, muito, muito. – dei um ultimo beijo nela e saí. Loucura, essa mulher me deixava num estado de loucura e eu amava isso tudo, não podia reclamar de nada. Eu estava feliz, apaixonado, a mulher mais linda que já era minha namorada e me amava, o que mais poderia querer?



(Obs: Pra quem perguntou, a Ane, tem 9 anos, e a Mari 7)

13 comentários:

  1. Posta mais por favor! Tá perfeito!

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  2. Awwwwn alem de passar o dia com a familia do Chay, eles ainda foram visitar os pais da Mel awwwwwn!!!

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  3. Ai q pena q as ferias acabaram!

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  4. Minha vida todinha ChaMel se amando, minha vida todinha os dois dormindo agarradinhos!

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  5. awwwwn q lindo o Chay falando q sente como se fosse o pai da Mari! =")

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  6. Muito perfeito! Posta mais!

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  7. awwwwn tao lindos ChaMel!

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  8. Amando cada dia mais essa web!

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